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metadata.dc.type: Relatório de Pesquisa
Title: Variação na Morfologia de gônadas em relação ao Tamanho corporal e ciclo reprodutivo dos machos de Jacaré tinga e jacaré açu na reserva Piagaçu-Purus
metadata.dc.creator: Michele Marques de Souza
metadata.dc.contributor.advisor1: Jose Fernando Marques Barcellos
metadata.dc.description.resumo: O tamanho populacional depende de uma gama de fatores e recursos que afetam, direta ou indiretamente, as taxas de incremento (natalidade-imigração) ou decréscimo (mortalidade-emigração), refletindo a dinâmica de cada população (PIANKA, 1983). Neste cenário de relações ecológicas e evolutivas complexas, a reprodução exerce um papel vital na reposição dos estoques. Principalmente em populações de espécies onde a mortalidade é alta, não só pela predação de ovos, filhotes e juvenis, mas também pela caça de subadultos, matrizes (fêmeas) e reprodutores (machos). Em populações de crocodilianos, o papel dos machos na reprodução sensu latu (desde a corte até o cuidado parental) é inconspícuo em relação ao papel comportamental evidente e gasto energético elevado das fêmeas (LANG, 1987). Assim sendo, muito do conhecimento sobre a relevância dos machos na população efetiva de crocodilianos só pode ser obtida por análise apurada do sistema reprodutor. Os trabalhos mais completos sobre gônadas de machos de jacaré-tinga (Caiman crocodilus) foram realizados na Venezuela (THORBJARNARSON, 1994: CABRERA ET AL., 2007). Estes autores demonstraram um efeito forte da variação do nível da água sobre a morfologia e atividade gonadal dos machos desta espécie. O jacaré-açu (Melanosuchus niger) é um crocodiliano típico das florestas alagáveis da Amazônia, onde o nível dos rios pode variar até 15 m anualmente, devendo este fator exercer um efeito acentuado sobre o ciclo reprodutivo desta espécie. No entanto, nenhum estudo desta natureza já foi realizado com a espécie, apesar da sua distribuição ampla pelo Brasil, Bolívia, Peru, Colômbia, Equador, Guiana, Suriname e Guiana Francesa (ROSS, 1986). A reprodução dos machos de C. crocodilus também é desconhecida na Amazônia, apesar deste bioma abranger a maior parte da distribuição da espécie (OUBOTER e NANHOE, 1998). O M. niger e o Caiman crocodilus estão agrupados, assim como todos os crocodilianos brasileiros, na família Alligatoridae; e são popularmente chamados de jacarés. Os machos destas espécies figuram como os maiores predadores generalistas da Amazônia (Da SILVEIRA e MAGNUSSON, 1999). Em C. crocodilus, os machos podem atingir até 2,5 m (THORBJARNARSON, 1994), e M. niger com mais de quatro metros de comprimento total são comuns na Amazônia brasileira (DA SILVEIRA e DA SILVEIRA, 1997; DA SILVEIRA ET AL, em preparação).
Abstract: 
Keywords: Caiman, Melanosuchus, anatomia, histologia, reprodução
metadata.dc.subject.cnpq: Ciências Biológicas: Morfologia
metadata.dc.language: pt_BR
metadata.dc.publisher.country: Brasil
Publisher: Universidade Federal do Amazonas
metadata.dc.publisher.initials: UFAM
metadata.dc.publisher.department: Ciências Morfológica
Instituto de Ciências Biológicas
metadata.dc.publisher.program: Programa PIBIC 2008
metadata.dc.rights: Acesso Restrito
URI: http://riu.ufam.edu.br/handle/prefix/1244
Issue Date: 31-Jul-2009
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