Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://riu.ufam.edu.br/handle/prefix/1511
Tipo: Relatório de Pesquisa
Título: A Arte de Bem Viver: considerações sobre o humano e o divino na ética romana.
Autor(es): Agenor Cavalcanti de Vasconcelos Neto
Primeiro Orientador: Marilina Conceição Oliveira Bessa Serra Pinto
Resumo: O problema a ser examinado situa-se em um conjunto de exigências soteriológicas, ou seja, nos quadros de uma doutrina da salvação. Desejamos investigar em que medida o homem é responsável pelos atos morais por ele praticados. Em seguida, por que os deuses interferem na vida dos homens, como acreditava a piedade popular, e por fim, qual deveria ser a postura do sábio diante de tais questões. As questões citadas foram objeto de reflexão de dois grandes pensadores deste período: Marco Tulio Cícero e Lucio Anêo Sêneca, ambos, oradores, políticos e intelectuais famosos que marcaram a cultura romana. O problema da responsabilidade moral dos atos humanos será analisado sob a ótica das obras clássicas: Sobre o Destino e Da Natureza dos Deuses de Cícero e Sobre a Providência Divina e Da Tranquilidade da Alma de Sêneca. O estudo deste bloco de tratados filosóficos, certamente contribuirá para a divulgação e difusão do pensamento romano, pouco estudado nas grades curriculares dos cursos de filosofia.
Abstract: 
Palavras-chave: ética, estoicismo romano, dimensão divina, dimensão humana
CNPq: Ciências Humanas: Filosofia
Idioma: pt_BR
País: Brasil
Editor: Universidade Federal do Amazonas
Sigla da Instituição: UFAM
metadata.dc.publisher.department: Filosofia
Instituto de Ciências Humanas e Letras
metadata.dc.publisher.program: Programa PIBIC 2008
Tipo de Acesso: Acesso Restrito
URI: http://riu.ufam.edu.br/handle/prefix/1511
Data do documento: 25-Jul-2009
Aparece nas coleções:Relatórios finais de Iniciação Científica

Arquivos associados a este item:
Não existem arquivos associados a este item.


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.