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dc.contributor.advisor1Rozana de Medeiros Souza Galvão-
dc.creatorAndré Gouveia Belota-
dc.date.accessioned2016-09-23T15:25:02Z-
dc.date.available2016-09-23T15:25:02Z-
dc.date.issued2013-07-31-
dc.identifier.urihttp://riu.ufam.edu.br/handle/prefix/3039-
dc.description.resumoMicrorganismos isolados diretamente de tecidos de plantas quer sejam na condição de endófitos ou diretamente de tecidos necrosados, necessitam de uma correta identificação. Tradicionalmente têm-se realizado a identificação com base nos descritores morfológicos, os quais têm sido largamente criticados pelo fato da grande influência ambiental. Tal fato levou vários pesquisadores à ao isolarem um microrganismo que não se enquadrava nos manuais de taxonomia adotados, o identificarem como nova espécie e adotarem geralmente o nome do hospedeiro. Certos vegetais produzem fármacos e devido a isso são considerados como plantas de uso medicinal. Na realidade, estes vegetais podem possuir microrganismos endofíticos que também produzem estes compostos de uso medicinal o que pode ser explicado por transferência horizontal dos genes durante a longa convivência entre endófito e planta hospedeira. Pedra ume caá, Myrcia sphaerocarpa, D. C. da família das Myrtaceae, possui efeitos hipoglicemiantes pronunciados, de tal modo que chegou a ser chamada de insulina vegetal. É uma árvore de porte arbustivo, bastante ramificada, de caule e ramos tortuosos, ocorrendo em terrenos arenosos à beira de rios, podendo ocorrer sob sombra, chegando a atingir até 5 metros de altura. Normalmente, a população usa o decocto (chá quente) de suas folhas ou até mesmo suas raízes para diabetes, enterite, hemorragia, como agente cicatrizante e anti-inflamatório. No século passado cerca de 50 toneladas de folhas de pedra-ume-caá foram exportadas para a Alemanha e hoje para o Japão. A ferramenta mais utilizada tem sido o gene do DNA ribossomal pois possibilita observar região ortógola e com variabilidade como as regiões ITS1 e ITS2. Existem várias seqüências ITS depositadas no GenBank para espécies de Colletotrichum e Glomerella as quais tem sido utilizadas para a identificação de espécies desses gêneros Este projeto tem como objetivos caracterizar a nível morfológico os endófitos de M. sphaerocarpa, D. C (Myrtaceae). Identificar com ferramenta molecualr por meio da técnica de PCR utilizando a amplificação de parte do gene DNA ribossomal dos endófitos de M. sphaerocarpa, D. C (Myrtaceae).pt_BR
dc.description.sponsorshipCNPQpt_BR
dc.formatPDF-
dc.languagept_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Amazonaspt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentBiologiapt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Ciências Biológicaspt_BR
dc.publisher.programPROGRAMA PIBIC 2012pt_BR
dc.publisher.initialsUFAMpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectEndófitos-
dc.subjectDiversidade genética-
dc.subjectMyrcia shaerocarpa-
dc.subject.cnpqCiências Biológicas: Helmintologia Animalpt_BR
dc.titleDiversidade da comunidade endofítica de Myrcia sphaerocarpa D.C. Myrtaceaept_BR
dc.typeRelatório de Pesquisapt_BR
dc.pibic.cursoAgronomiapt_BR
dc.pibic.nrprojetoPIB-B/0062/2012-
dc.pibic.projetoDiversidade da comunidade endofítica de Myrcia sphaerocarpa D.C. Myrtaceae-
dc.pibic.dtinicio2012-08-01-
dc.pibic.dtfim2013-07-31-
dc.contributor.colaboradorPedro de Queiroz Costa Neto-
dc.contributor.colaboradorItalo Thiago Silveira Rocha Matos-
dc.contributor.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7810386994936869-
Appears in Collections:Relatórios finais de Iniciação Científica

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