Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://riu.ufam.edu.br/handle/prefix/4807
Tipo de documento: Relatório de Pesquisa
Título: Estudo químico e avaliação da atividade inibitória do extrato bruto e frações do caule de Bertholletia excelsa Bompl frente às enzimas de alfa-amilase e alfa-glucosidase
metadata.dc.creator: Ilze Dourado Campos
metadata.dc.contributor.advisor1: Geone Maia Correa
Resumo: A espécie Bertholletia excelsa Bompl é uma árvore de grande porte (30-50 metros de altura) considerada uma das mais altas da flora brasileira, com folhas coriáceas, tronco retilíneo e cilíndrico de 100 a 180 cm de diâmetro, revestido por casca sulcada de cor acinzentada-escura. Conhecida como castanha do Pará ou castanha do Brasil é nativa da América do Sul, com ocorrência no Brasil, Peru, Colômbia, Venezuela e Equador. Constitui uma espécie arbórea, única representante do gênero, pertencente à família Lecythidaceae, com ocorrência ao longo do Rio Amazonas e Rio Negro, e é uma das principais atividades econômicas da Amazônia. O fruto tem característica lenhosa que contem de 12 a 25 castanhas, com massa de até 2 Kg, que demora quatorze meses pra amadurecer. Contêm cerca de 70% de óleo e 17% de proteína, utilizado principalmente na alimentação e para a produção de sabão e cosmético. Tem sido associada aos benefícios para a saúde humana para as funções da tireóide e sistema imunológico, também na prevenção do câncer de próstata, fígado e pulmão. Estudos revelam seu uso associado à diminuição do colesterol, atividade antioxidante e como antiproliferativo. A medicina popular registra o uso da casca e da semente, para males do fígado, no tratamento da febre, em distúrbios gastrintestinais e cólica. As amêndoas das plantas fazem parte da dieta humana desde os tempos remotos, com registros arqueológicos datados de dez mil anos antes de Cristo. As pessoas vegetarianas consomem as castanhas de plantas como fontes alternativas de proteínas e de nutrientes tais como, vitaminas, minerais e fibras. Até o momento, a Bertholletia excelsa Bompl apresenta poucos estudos sobre os aspectos fitoquímicos e de atividade biológica. Algumas classes de flavonoides foram isoladas de diversas espécies de plantas e os registros sobre as atividades biológica e farmacológica dessas substâncias ainda são limitados. A presença dessas substâncias em Lecythidaceae poderia apoiar a utilização medicinal de algumas espécies da família e auxiliar a descoberta de novas substâncias com possibilidades terapêuticas e aplicações tecnológicas, principalmente como fármacos e nutracêuticos.Neste sentido, o presente trabalho tem como principal objetivo analisar o efeito inibitório do extrato bruto e frações do caule de Bertholletia excelsa Bompl sobre as enzimas alfa-glucosidase e alfa-amilase.
Resumo em outro idioma: 
Palavras-chave: Bertholletia excelsa Bompl
Atividade inibitória de enzimas
Área de conhecimento - CNPQ: Ciências Exatas e da Terra: Quimica dos Produtos Naturais
Idioma: pt_BR
metadata.dc.publisher.country: Brasil
Editor: Universidade Federal do Amazonas
metadata.dc.publisher.initials: UFAM
metadata.dc.publisher.department: Instituto de Ciências Exatas e Tecnologia - Itacoatiara
metadata.dc.publisher.program: PROGRAMA PIBIC 2014
Tipo de acesso: Acesso Restrito
URI: http://riu.ufam.edu.br/handle/prefix/4807
Data do documento: 31-jul-2015
Aparece nas coleções:Relatórios finais de Iniciação Científica

Arquivos associados a este item:
Não existem arquivos associados a este item.


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.