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dc.contributor.advisor1Thais Billalba Carvalho
dc.creatorTarcila de Araújo Alves
dc.date.accessioned2017-05-29T18:30:43Z-
dc.date.available2017-05-29T18:30:43Z-
dc.date.issued2016-07-31
dc.identifier.urihttp://riu.ufam.edu.br/handle/prefix/5067-
dc.description.abstractpt_BR
dc.description.resumoDiversos fatores afetam a agressividade em peixes, incluindo os níveis plasmáticos de andrógenos. O contexto social pode modular esses níveis hormonais em vertebrados, evidenciando recíproca associação entre os esteróides sexuais e o comportamento. Desta forma, o objetivo deste trabalho será testar se a concentração de andrógenos (testosterona e 11-cetotestosterona) modula a frequência do comportamento agressivo no ciclídeo ornamental Aequidens pallidus. Para isso, dois indivíduos de mesmo tamanho serão isolados por 72 horas e, em seguida, pareados (n=10) por 60 minutos em um aquário neutro para a observação e registro do comportamento agressivo. Antes e após o período de isolamento serão realizadas coletas de sangue precedidas por 24 horas de jejum. Toda a manipulação dos animais (biometria, isolamento e coleta de sangue) será precedida por anestesia com eugenol (64 μL / L). Será comparada a latência para os confrontos e o tempo para o definição das posições sociais. A quantificação da interação agressiva será baseada em etogramas descritos para outras espécies de ciclídeos. Após a quantificação do comportamento agressivo, os animais serão divididos em dois grupos: Maior agressividade - animais que apresentarem total de interação agressiva acima do valor da mediana. Menor agressividade- animais que apresentarem total de interação agressiva abaixo do valor da mediana. Os dados serão testados quanto á normalidade pelo teste de Shapiro-Wilk e à homogeneidade da variância pelo teste F max. A frequência das interações agressivas e os níveis plasmáticos de andrógenos serão comparados entre os grupos por teste t independente (teste paramétrico) ou por Mann-Whitney (teste não paramétrico). Espera-se que maior secreção de andrógenos estimule a agressividade, uma vez que estes esteróides dão suporte aos desafios sociais e preparam o animal para situações de competição. Assim, avaliar o efeito dos hormônios sobre o comportamento agonístico é de grande importância, pois permite o entendimento da modulação endócrina sobre o contexto social e, consequentemente, o desenvolvimento de técnicas aplicadas a sistemas de produção animal.pt_BR
dc.description.sponsorshipCNPQpt_BR
dc.formatPDF
dc.languagept_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Amazonaspt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCiências Fisiológicaspt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Ciências Biológicaspt_BR
dc.publisher.programPROGRAMA PIBIC 2015pt_BR
dc.publisher.initialsUFAMpt_BR
dc.rightsAcesso Restritopt_BR
dc.subjectinteração agressiva
dc.subjecthormônio
dc.subjectciclídeo
dc.subject.cnpqCiências Biológicas: Comportamento Animalpt_BR
dc.titleAção dos andrógenos no comportamento agressivo de Aequidens pallidus Heckel (1940) (Pisces, Cichlidae)pt_BR
dc.typeRelatório de Pesquisapt_BR
dc.pibic.cursoCiências Biológicas - Licenciaturapt_BR
dc.pibic.tipobolsa
dc.pibic.nrprojetoPIB-B/0024/2015
dc.pibic.projetoAção dos andrógenos no comportamento agressivo de Aequidens pallidus Heckel (1940) (Pisces, Cichlidae)
dc.pibic.dtinicio2015-08-01
dc.pibic.dtfim2016-07-31
Appears in Collections:Relatórios finais de Iniciação Científica

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