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dc.contributor.advisor1Herbert Luiz Braga Ferreira-
dc.creatorSandra Maria Godinho Gonçalves-
dc.date.accessioned2016-09-23T15:16:52Z-
dc.date.available2016-09-23T15:16:52Z-
dc.date.issued2011-07-01-
dc.identifier.urihttp://riu.ufam.edu.br/handle/prefix/2329-
dc.description.resumoA reflexão teórica e a investigação empírica no estudo das crenças no ensino-aprendizagem de línguas (LE/L2), no Brasil, é recente, datando dos anos 90 do século passado. Trata-se, portanto, de um tema, na LA brasileira, em que há ainda muito por fazer Mesmo em termos internacionais, 30 anos de pesquisa na área, se considerarmos a longa duração histórica, são suficientes apenas para fundar uma tradição de pesquisa sobre o assunto e assegurar a acumulação de um certo corpo de conhecimentos na área, o que, se nos dá algumas respostas às perguntas da pesquisa sobre o tema, deixa-nos, por outro lado, com um vasto terreno a explorar. Em um tema tão elusivo e escorregadio como este afinal é preciso lembrar que a noção de crenças na LA é um construto, isto é, uma elaboração intelectual e conceitual, sobre um fenômeno que não é diretamente observável - uma questão que aparece com muita força é a da relação entre crenças e ação. Se as crenças guiam, ordenam e orientam a ação, como é possível flagrar a relação entre crenças e ação no processo de ensinar e aprender uma LE? As crenças têm uma relação direta com o que acontece na sala de aula de LE ou não? Crenças podem ser um empecilho, ou, ao contrário, facilitar o processo de aquisição de uma LE na sala de aula? Barcelos (2006) ao apontar os caminhos futuros da pesquisa na área afirma que precisamos entender melhor ainda a relação entre contexto, crenças e ações [...] É preciso investigar como acontece essa relação complexa entre crenças e ações. Porque crenças às vezes afetam a ação e às vezes não? (Barcelos, 2006, p. 35). Por outro lado, é preciso investigar as crenças no ensino de LE a partir de crenças mais específicas, em domínios mais precisos deste processo específico de ensino-aprendizagem e, ainda mais, como diz Barcelos (2006) necessitamos investigar crenças em contextos diversos cursos e Letras em instituições particulares, em universidades públicas, cursos de idiomas e continuar a investigação em escolas públicas para que assim possamos chegar a padrões cognitivos entre grupos de professores trabalhando em contextos semelhantes .pt_BR
dc.description.sponsorshipVoluntáriopt_BR
dc.formatPDF-
dc.languagept_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Amazonaspt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentLínguas e Literaturas Estrangeiraspt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Ciências Humanas e Letraspt_BR
dc.publisher.programPROGRAMA PIBIC 2010pt_BR
dc.publisher.initialsUFAMpt_BR
dc.rightsAcesso Restritopt_BR
dc.subjectCrenças-
dc.subjectEnsino-
dc.subjectAprendizagem-
dc.subject.cnpqLINGUÍSTICA, LETRAS E ARTESpt_BR
dc.titleCrenças e ensino de línguas: uma sala de aula de Inglês como língua estrangeirapt_BR
dc.typeRelatório de Pesquisapt_BR
dc.pibic.cursoLetras - Língua Inglesapt_BR
dc.pibic.nrprojetoPIB-H/0014/2010-
dc.pibic.projetoCrenças e ensino de línguas: uma sala de aula de Inglês como língua estrangeira-
dc.pibic.dtinicio2010-07-02-
dc.pibic.dtfim2011-07-01-
Appears in Collections:Relatórios finais de Iniciação Científica - Linguística, Letras e Artes

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