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metadata.dc.type: Relatório de Pesquisa
Title: Prospecção de Flavonoides e Atividade Antioxidante dos galhos de Bertholletia excelsa Bompl
metadata.dc.creator: Milianne Pereira da Silva
metadata.dc.contributor.advisor1: Odinéia do Socorro Pamplona Freitas
metadata.dc.description.resumo: Bastante conhecida por sua amêndoa e sua madeira de lei a castanha-do-brasil, castanha do Pará (Bertholletia excelsa), Lecythidaceae, é uma espécie nativa de potencial interesse para sistemas agroflorestais na Amazônia, (CLEMENT, 2000; LOUREIRO et al., 1979) . Há poucos estudos químicos relatados na literatura a cerca da espécie B. excelsa e esses concentram-se principalmente no estudo da amêndoa. Dos lipídios identificados destacam-se a presença de aproximadamente 7% de ácido linolênico, 25% de linoléico, 19% de monoinsaturados (ácido esteárico e palmítico cerca de 50% de ácido oléico). As substâncias fenólicas e os flavonóides foram detectados nas amêndoas, na concentração de 169,2 mg / 100 g na concentração de 107,8 mg/100g, respectivamente. Foram encontrados também alfa e gama tocoferóis, esqualeno e os fitoesteroides: β-sitosterol, estigmasterol e campesterol (YANG, 2009). A semente também é uma rica fonte de selênio, um antioxidante utilizado nas reações bioquímicas pelo organismo. Até o momento, a B. excelsa apresenta poucos estudos sobre os aspectos fitoquímicos e de atividade biológica. Frações de extratos da casca da planta apresentaram atividade contra Trypanosoma cruzi. Foi registrado o isolamento do ácido betulínico, de saponinas, substâncias fenólicas de algumas espécies da família, além do registro de alcalóides quinazolínicos em espécies de Lecythidaceae (CAMPOS et al 2005). Os flavonoides são conhecidos pelas diversas atividades biológicas que exercem, tais como, antioxidantes, inibidores enzimáticos, antivirais, entre outros (ANAND et al, 1992; HARBORNE, 1994). . São amplamente distribuídos no reino vegetal, praticamente ausentes nas algas, alguns representantes foram encontrados em briófitas e pteridófitas, e somente um relato de ocorrência em fungos. Entretanto, são encontrados em abundância em angiospermas, onde ocorrem com enorme diversidade estrutural (WIHELM et al, 2001). Dentre as angiospermas que produzem flavonóides, destacam-se as Lecythidaceas, família da qual pertence a castanheira da Amazônia, por ser uma espécie endêmica na região Amazônica o estudo do seu perfil flavonoidico poderá contribuir com a quimiotaxonomia da família e haja vista que B. excelsa apresenta poucos estudos sobre os aspectos fitoquímicos e de atividade biológica. Algumas classes de flavonóides foram isoladas de diversas espécies de plantas e os registros sobre as atividades biológica e farmacológica dessas substâncias ainda são limitados. A presença dessas substâncias em Lecythidaceae poderia apoiar a utilização medicinal de algumas espécies da família e auxiliar a descoberta de novas substâncias com possibilidades terapêuticas e aplicações tecnológicas, principalmente como fármacos e nutracêuticos.
Abstract: 
Keywords: flavonoides, antioxidante, Bertholletia
metadata.dc.subject.cnpq: Ciências Exatas e da Terra: Quimica dos Produtos Naturais
metadata.dc.language: pt_BR
metadata.dc.publisher.country: Brasil
Publisher: Universidade Federal do Amazonas
metadata.dc.publisher.initials: UFAM
metadata.dc.publisher.department: Instituto de Ciências Exatas e Tecnologia - Itacoatiara
metadata.dc.publisher.program: PROGRAMA PIBIC 2012
metadata.dc.rights: Acesso Restrito
URI: http://riu.ufam.edu.br/handle/prefix/3184
Issue Date: 31-Jul-2013
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