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DC FieldValueLanguage
dc.contributor.advisor1Odinéia do Socorro Pamplona Freitas-
dc.creatorAline Cruz Batista-
dc.date.accessioned2016-09-23T15:25:39Z-
dc.date.available2016-09-23T15:25:39Z-
dc.date.issued2013-07-31-
dc.identifier.urihttp://riu.ufam.edu.br/handle/prefix/3185-
dc.description.resumoOs óleos essenciais e os aromas produzidos na região podem ser usados como matérias- primas na indústria da química fina, para a aplicação direta nos produtos tais como perfumes, fragrâncias e cosméticos, ou processados em produtos derivados estruturais com uso nas indústrias da medicina (fitofarmacêutica), da veterinária e horticultura (inseticidas, fungicidas, bactericidas, larvicidas) (MAIA & ANDRADE, 2009). A família Bignoniaceae (Dicotyledonae), descrita por Antoine Laurent de Jussieu, pertence à ordem Scrophulariales, subclasse Asteridae, e reune 120 gêneros, com aproximadamente 750 espécies, geralmente tropicais espontâneas na América do Sul, incluindo árvores, lianas, arbustos e raramente ervas. Os gêneros mais importantes da família, com ampla distribuição nas regiões tropicais, são Tabebuia e Jacaranda. No Brasil, os gêneros mais comuns são Tabebuia, que inclui os ipês e o pau-d -arco; Pyrostegia, da famosa flor-de-são-joão; a famosa medicinal unha-de-gato do gênero Bignonia, e as várias espécies do gênero Zeyhera (DI STASI & HIRUMA-LIMA, 2002). Adenocalymma alliaceum é popularmente denominada cipó-alho e alho-d água. Em outras regiões do país, também é conhecida como cipó-de-alho. A infusão das folhas é utilizada no alívio a dores e no combate à febre, especialmente a associada a estados gripais e resfriados. As flores secas de A. alliaceum foram incorporadas à dieta de ratos (2%) durante seis semanas, promovendo uma diminuição da absorção de colesterol pelo intestino em animais hipercolesterolêmicos A biodiversidade de espécies vegetais encontradas em solo brasileiro faz de nosso país um centro de excelência em pesquisas de cunho científico, em particular as plantas da Região Amazônica são de grande importância, visto que possuem um grande potencial inexplorado e muitas dessas plantas podem não ter sido submetidas a investigações químicas e/ou biológicas. O estudo do perfil químico e toxicidade do óleo essencial e extrato bruto de cipó-alho, pode corroborar nas pesquisas fornecendo subsídios para o desenvolvimento de novos bioprodutos, tendo em vista, a insuficiência de estudo nesta área, que precisa continuar crescendo.pt_BR
dc.description.sponsorshipCNPQpt_BR
dc.formatPDF-
dc.languagept_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Amazonaspt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Ciências Exatas e Tecnologia - Itacoatiarapt_BR
dc.publisher.programPROGRAMA PIBIC 2012pt_BR
dc.publisher.initialsUFAMpt_BR
dc.rightsAcesso Restritopt_BR
dc.subjectPerfil químico, Toxicidade, Cipó-alho-
dc.subject.cnpqCIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA: QUÍMICA DOS PRODUTOS NATURAISpt_BR
dc.titlePerfil Químico e toxicidade do extrato bruto e óleo de cipó-alhopt_BR
dc.typeRelatório de Pesquisapt_BR
dc.pibic.cursoCiências Farmacêuticaspt_BR
dc.pibic.nrprojetoPIB-E/0163/2012-
dc.pibic.projetoPerfil Químico e toxicidade do extrato bruto e óleo de cipó-alho-
dc.pibic.dtinicio2012-08-01-
dc.pibic.dtfim2013-07-31-
dc.contributor.colaboradorRenata Takeara-
dc.contributor.colaboradorAnderson Cavalcante Guimarães-
dc.contributor.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0659464190667878-
dc.contributor.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0662433264074199-
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