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dc.contributor.advisor1Coutinho, Taciana de Carvalho-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5733233091796996pt_BR
dc.contributor.referee1Araújo, Tales Vinícius Marinho de-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3224926328060504pt_BR
dc.contributor.referee2Canalez, Geise Goés-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/8966529345366877pt_BR
dc.creatorMaurício, Arlington da Costa-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6637697080596549pt_BR
dc.date.accessioned2022-05-16T14:08:03Z-
dc.date.available2022-05-15-
dc.date.available2022-05-16T14:08:03Z-
dc.identifier.urihttp://riu.ufam.edu.br/handle/prefix/6221-
dc.description.abstractEl uso de las plantas medicinales se ha producido desde la antigüedad hasta nuestros días, a través de los conocimientos tradicionales transmitidos de generación en generación. Las plantas medicinales se utilizan principalmente para tratar enfermedades o con fines fitoterapéuticos. En Brasil, el uso de las plantas medicinales es grande porque contiene varias especies de plantas, destacando la región amazónica. Con la llegada de la pandemia, debido al aumento de los casos de contagio y de las muertes, al incremento de la medicación y a las medidas de prevención como el aislamiento social, ha crecido la demanda de automedicación mediante remedios de plantas encontradas en la región para tratar los síntomas del Covid-19. En este contexto, el objetivo del estudio fue conocer los efectos y riesgos causados por el uso tradicional de las plantas medicinales por parte de los habitantes de la ciudad de Amaturá-AM, durante el período pandémico de Covid-19. Con un enfoque cuali-cuantitativo y a través de una investigación de campo exploratoria, se realizaron entrevistas estructuradas, con 17 preguntas, a 21 vecinos del municipio. Se entrevistó a hombres y mujeres de entre 20 y 60 años, con diferentes niveles de formación y profesiones, en su mayoría funcionarios públicos y con estudios secundarios completos. A través de los datos recogidos, se identificaron 22 especies de plantas medicinales utilizadas por los participantes para combatir el Covid-19, destacando sus nombres científicos, partes utilizadas, formas de uso y métodos. Las 22 especies se distribuyeron en 18 familias, destacando las familias Rutaceae, Lamiaceae y Asteraceae. Se identificó que, entre las especies descritas, el té de jambu (Spilanthes oleracea L.) era el más utilizado por los entrevistados. Y entre los recursos naturales utilizados, se identificaron la miel de abeja, el nido de uruçu y los zumos naturales. El estudio mostró que la mayoría de los participantes fueron diagnosticados con Covid-19. En cuanto a los síntomas, el 30% tuvo síntomas considerados leves de SG, el 35% tuvo síntomas considerados moderados, mientras que el 35% experimentó síntomas relacionados con el SARS. Además, el 19% de los encuestados tenía algún tipo de enfermedad crónica. El estudio demostró que todas las personas que utilizaron las plantas medicinales sintieron un alivio y una mejora de los síntomas que tenían, afirmando que tras el consumo del remedio casero se produjo un alivio de los síntomas. Sólo dos personas informaron de problemas y empeoramiento de los síntomas al utilizar los remedios caseros, como el té de embaúba y el té de jambu, entre ellos, un participante que sufre de hipertensión. A través del estudio se verificó la cantidad de personas vacunadas y no vacunadas, destacando dos, que no fueron inmunizadas, por razones religiosas o de otro tipo. Por lo tanto, el estudio demostró que existe una gran diversidad de especies de plantas utilizadas como remedios caseros por los habitantes de Amaturá, mostrando que esta alternativa era importante en la lucha contra el Covid-19, y que el uso de las plantas medicinales aporta varios beneficios para la salud cuando se utilizan correctamente y siguiendo las recomendaciones del conocimiento tradicional, pero también hay que ser conscientes de sus efectos nocivos y de los riesgos que pueden ocurrir cuando se utilizan de forma inadecuada.pt_BR
dc.description.resumoA utilização de plantas medicinais ocorre desde os tempos antigos até os dias atuais, através dos conhecimentos tradicionais, repassados de geração à geração. As plantas medicinais são utilizadas principalmente para o tratamento de enfermidades ou para fins fitoterápicos. No Brasil, a utilização de plantas medicinais é grande por conter variadas espécies vegetais, destacando-se a região Amazônica. Com a chegada da pandemia, por causa do aumento de casos de contaminação e óbitos, aumento de medicamentos e as medidas de prevenção como isolamento social, a procura por automedicação por remédios oriundos de plantas existentes na região para tratar os sintomas da Covid-19 cresceu. Nesse contexto, o objetivo do estudo constituiu em conhecer os efeitos e riscos causados pelo uso tradicional de plantas medicinais por habitantes da cidade de Amaturá-AM, durante o período pandêmico da Covid-19. Com uma abordagem quali-quantitativa e através da pesquisa de campo exploratório, foi realizado entrevistas estruturadas, com 17 perguntas, com 21 moradores do município. Foram entrevistados homens e mulheres entre 20 e 60 anos de idade, com grau de escolaridades e profissões diferentes, na maioria, servidores públicos e com Ensino Médio completo. Através dos dados coletados, foram identificadas 22 espécies de plantas medicinais utilizadas pelos participantes para combater a Covid-19, destacando seus nomes científicos, partes utilizadas, formas de uso e métodos. As 22 espécies foram distribuídas em 18 famílias, destacando-se as famílias Rutaceae, Lamiaceae e Asteraceae. Foi identificado que entre as espécies descritas, o chá de jambu (Spilanthes oleracea L.) foi o mais usado pelos entrevistados. E dentre os recursos naturais utilizados, identificou-se o mel de abelha, ninho de uruçu e sucos naturais. O estudo mostrou que a maioria dos participantes foram diagnosticados com a Covid-19. Enquanto os sintomas, 30% tiveram sintomas considerados leves SG, 35% apresentaram sintomas considerados moderados, enquanto 35% sentiram sintomas ligados a SRAG. Além disso, 19% dos entrevistados apresentaram algum tipo de doença crônica. O estudo mostrou que todas as pessoas que utilizaram as plantas medicinais sentiram alívios e melhoras nos sintomas que tiveram, afirmando que depois do consumo do remédio caseiro houve amenização dos sintomas. Apenas duas pessoas relataram apresentar problemas e pioras de sintomas ao utilizar os remédios caseiros, como o chá de embaúba e chá de jambu dentre elas, um participante que sofre de hipertensão. Através do estudo verificou-se que a quantidade de pessoas vacinadas e não vacinadas, destacando dois, que não se imunizaram, por motivos religiosos ou outros. Portanto, o estudo mostrou que há uma grande diversidade de espécies vegetais utilizadas como remédios caseiros pelos Amaturaenses, evidenciando que essa alternativa foi importante na luta contra a Covid-19, e que o uso de plantas medicinais traz sim diversos benéficos à saúde quando utilizado de maneira correta e seguindo as recomendações dos conhecedores tradicionais, porém é preciso estar atento também aos seus efeitos maléficos e riscos que podem ocasionar quando utilizadas de forma inadequada.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentINC - Instituto de Natureza e Cultura (Benjamin Constant)pt_BR
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dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectSaberes tradicionaispt_BR
dc.subjectPlantas Medicinaispt_BR
dc.subjectPandemiapt_BR
dc.subjectCovid-19pt_BR
dc.subject.cnpqCIÊNCIAS BIOLÓGICASpt_BR
dc.titleDiagnóstico dos efeitos e riscos do uso de plantas medicinais durante a pandemia, Amaturá, Amazonas, Brasilpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.creator.affiliationUniversidade Federal do Amazonaspt_BR
dc.date.event2022-04-27-
dc.publisher.localpubBenjamin Constantpt_BR
dc.subject.controladoFitoterapiapt_BR
dc.subject.controladoEmbaúbapt_BR
dc.subject.controladoSpilanthes oleracea L.pt_BR
dc.subject.controladoPlantas medicinalespt_BR
dc.creator.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-4968-2834pt_BR
dc.contributor.advisor1orcidhttps://orcid.org/0000-0003-4944-0595pt_BR
dc.contributor.advisor1orcidhttps://orcid.org/0000-0003-4944-0595pt_BR
dc.contributor.referee1orcidhttps://orcid.org/0000-0001-5767-0935pt_BR
dc.contributor.referee1orcidhttps://orcid.org/0000-0001-5767-0935pt_BR
dc.contributor.referee2orcidhttps://orcid.org/0000-0002-1454-0118pt_BR
dc.creator.affiliation-initUFAMpt_BR
dc.publisher.courseCiências: Biologia e Química - Licenciatura - Benjamin Constantpt_BR
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