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metadata.dc.type: Relatório de Pesquisa
Title: RESGATE DO CRÉDITO DE CARBONO NO AMAZONAS
metadata.dc.creator: Aylo Souza Nascimento Filho
metadata.dc.contributor.advisor1: Jose Barbosa Filho
metadata.dc.description.resumo: A sustentabilidade ambiental passou a ser prioridade nas políticas dos estados o que resultou em um tratado internacional conhecido como Protocolo de Kyoto, que delineou intenções de redução da emissão de gases do efeito estufa (seis tipos), em prazo determinado, sendo a redução dos mesmos, creditados com vistas à meta de um único número. E ainda, essas reduções de cada gás são traduzidas de tCO2e (tonelada de carbono equivalente) através de um Fator de Aquecimento Global para créditos de carbono somados para produzir um valor. Com uma resposta rápida e positiva aos incentivos e pressões, apresentam tecnologias e serviços para mitigação dos gases do efeito estufa, adquirindo os recursos ambientais maior importância econômica estratégica e criação de um mercado de créditos de carbono internacional. A previsão de que milhares de dólares poderão ser disponibilizados para a pesquisa e implantação de projetos de redução ou extinção do dióxido de carbono da atmosfera tem modificado as relações sociais e alterado a economia internacional bem como o ideal sistemático de sustentabilidade. Tal previsão se funda no estabelecimento do mercado de compra e venda do direito de emitir gases do efeito estufa os créditos de carbono, desta forma, os países desenvolvidos (constante do anexo I do protocolo de Kyoto) que poluem mais e se dizem impossibilitados de reduzir imediatamente as emissões de gases do efeito estufa, sem alteração considerável de sua economia, o que refletiria em danos a população, esses países poderiam adquirir créditos daqueles que conseguiram reduzir suas emissões além das metas estipuladas no art. 17 do protocolo. A importância desse mecanismo se traduz na possibilidade de aumento de produção das empresas nacionais de forma cada vez mais sustentável, diminuindo a emissões e mantendo o equilíbrio do meio ambiente, em contrapartida as possibilidades de negociação desses créditos que serão produzidos com a redução da poluição, transformados em quotas, compensarão o investimento na sustentabilidade e no aumentando dos lucros da empresa. O Brasil ocupa a 3ª posição dos países redutores com um volume de 300 milhões de tCO2e em dados de fevereiro de 2010, o que corresponde a 6% do total mundial, ou seja, se o Brasil planejar corretamente a utilização de suas fontes de recursos naturais de maneira sustentável poderá ganhar muito mais com o resgate dos créditos de carbono que auxiliariam na manutenção de projetos e na melhoria constante da sustentabilidade, contabilizando uma valoração justa para o meio ambiente.
Abstract: 
Keywords: Economia, Ambiente e Sustentabilidade
metadata.dc.subject.cnpq: Ciências Sociais Aplicadas: Economia
metadata.dc.language: pt_BR
metadata.dc.publisher.country: Brasil
Publisher: Universidade Federal do Amazonas
metadata.dc.publisher.initials: UFAM
metadata.dc.publisher.department: Economia e Análise
Faculdade de Estudos Sociais
metadata.dc.publisher.program: PROGRAMA PIBIC 2012
metadata.dc.rights: Acesso Restrito
URI: http://riu.ufam.edu.br/handle/prefix/3382
Issue Date: 31-Jul-2013
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